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Acessem o site http://soudoblog.com.br/morumbinao
Também sou contra o Corinthians voltar a mandar jogos lá. Não precisamos. Enquanto não tivermos nosso estádio, temos o Pacaembu. É nosso. Presidente, deixe que os bambis se fodam com aquela merda de panetone. Sem a gente pra dar grana ali eles não são nada.
Esta é uma campanha que já tem 2 anos e mescla entre a rivalidade no futebol e a politicagem. O resultado disso é que fatalmente os paulistanos terão que engolir o uso da máquina pública para a reforma deste estádio e por mais uma oportunidade gratuitamente brindando o clube tricolor.
Se a construção de um novo estádio custaria cerca de R$ 200 milhões, qual o motivo de investir igual quantia para a reforma de um estádio particular, sendo que a cidade não receberá nenhuma “vantagem” por tal benevolência.
Resumindo, nenhuma justificativa, senão os próprios interesses particulares do São Paulo FC, justificam a escolha do Morumbi para abrigar a abertura da Copa 2014.
Assim, o tricolor aguarda cair no colo tal oportunidade, faltam 5 anos, cada dia que passa, o Morumbi permanece como o estádio de São Paulo e como provável abertura da Copa.
Nos bastidores, a moda é proteger qualquer ação anti-Morumbi, assim se uma nota sai na imprensa, outra aparece para rebater. A ordem é Morumbi goela abaixo, doa a quem doer, custe o que custar.
E sobre custos, DUVIDO, que o estádio particular seja reformado com “apenas” R$ 125 milhões. Sabemos que esse valor é mínimo, que a reforma completa do elefante branco tricolor é quase erguer um novo estádio.
E aí? vai ficar calado nessa? O dinheiro é seu também!
Filed under: Combates Históricos
O timinho do Morumbiba é nosso freguês das antigas. Tá ai mais um relato de um desses jogos que o time tricolor “bambiou” diante do Todo Poderoso.
![media_EquipeCampeaPaulista1952[1] media_EquipeCampeaPaulista1952[1]](http://nacaotimao.files.wordpress.com/2009/06/media_equipecampeapaulista19521.jpg?w=420&h=251)
Acima o Todo Poderoso Timão de 1952.
“O Timão já era campeão e, por isso, os 2×0 para o São Paulo no primeiro tempo não significavam muito. Mas o passional presidente Alfredo Trindade jamais admitiu derrota para o Tricolor. No intervalo, desceu aos vestiários e fez mais um de seus inflamados discursos. Disse aos jogadores que eles não tinham vergonha na cara. E que os milhares de corintianos, internados em hospitais, esperavam pela vitória com seu rádio de pilha colado ao ouvido. “Dopados” psicologicamente, Cláudio, Luizinho e seus companheiros voltaram a campo. Em 45 minutos, viraram o jogo para 3×2.”
![ingresso19531[1] ingresso19531[1]](http://nacaotimao.files.wordpress.com/2009/06/ingresso195311.jpg?w=420&h=286)
![ingresso19532[1] ingresso19532[1]](http://nacaotimao.files.wordpress.com/2009/06/ingresso1953211.jpg?w=420)
Anotação no ingresso: “Corinthians 3, São Paulo 2, na clássica viradinha. Eu, Antônio e Isidro. Choveu prá xuxu”.
Local: Pacaembu
Escalação – Cabeção, Olavo, (Homero) Julião, Idario, Goiano, Sula e Roberto. (Lorena). Cláudio, Luisinho, (Gatão) (vermelho) Baltazar, (Nardo) Carbone, Souzinha (Mário) (Liquinho).
Imagens: vaicorinthians.com e www.corinthianstpt.com
Fonte: Almanaque do Timão do jornalista Celso Dario Unzelte
Filed under: Eternos Craques

Diz a lenda que Neco era um jogador bem temperamental, famoso pelas cintadas com que ameaçava adversários e colegas de equipe que não estavam correspondendo em campo. Quando as coisas não iam bem, a torcida pedia: “tira a cinta, Neco!”. (Inf: naquela época, utilizava-se a famigerada tira de couro para ammarrar os calções dos jogadores)
Manuel Nunes, paulistano de nascimento foi um dos maiores artilheiros da história do Corinthians marcando 239 gols em 313 jogos. Atuou pelo clube de 1913 a 1930 e, mesmo recebendo propostas de outros clubes, preferiu permanecer no Bom Retiro até o fim de sua carreira. Com 12 gols, foi artilheiro do Timão na conquista do primeiro título do clube: o campeonato paulista de 1914. Conquistou ao total 8 títulos estaduais com o manto alvinegro. Também foi campeão jogando pela Seleção Brasileira, tendo conquistas a Copa América em 1919 e 1922.
Em homenagem à sua importância para o início da nossa história de conquistas e glórias, foi construído um busto para Neco no Parque São Jorge.


Filed under: Combates Históricos
Vamos voltar no tempo até o dia 5 de dezembro de 1976. Dia que entrou para a história do futebol mundial como o dia em que uma legião de Fiéis invadiu o Rio de Janeiro em nome de uma paixão – o Todo Poderoso Sport Club Corinthians Paulista. Já se passaram mais de 30 anos, mas até hoje a data é lembrada por torcedores e jornalistas como o dia da “Invasão Corinthiana”, quando mais de 70 mil corinthianos foram ao Rio para torcer pelo Timão contra o Fluminense, na semifinal do Campeonato Brasileiro, naquele que foi o maior deslocamento popular por causa de um evento esportivo em todos os tempos.

Nessa época o Timão já amargava um jejum de 22 anos sem títulos. E foi nessa mesma época que, inexplicavelmente sua torcida cresceu muito. Empolgados com a campanha alvinegra no Campeonato Brasileiro daquele ano, os torcedores corinthianos esgotaram os ingressos disponíveis para a torcida do Timão, organizaram uma enorme caravana e dividiram o Maracanã com a torcida do Fluminense para assistir à partida, que foi disputada em grande parte sob uma chuva torrencial, deixando o jogo ainda mais dramático.
No Brasileirão de 1976, a disputa pela vaga na final era feita em uma única partida, ou seja, não havia espaço para erros. Como não poderia deixar de ser, o embate foi equilibrado desde o início. O Fluminense, que por ironia do destino contava com o craque Rivellino, grande ídolo corinthiano, não estava disposto a entregar a vaga, apesar da Fiel ter feito com que o Maracanã parecesse o Pacaembu (palavras do próprio jogador), e abriu o placar aos 18min da primeira etapa, com Carlos Alberto Pintinho.
Uma tragédia parecia se anunciar para a torcida alvinegra, que viajara tantos quilômetros para incentivar seu time. Mas com a Fiel ao seu lado, os jogadores alvinegros tiveram forças para reagir e conseguiram empatar a partida. O gol que igualou novamente os times no placar saiu dos pés de Ruço, aos 29min do primeiro tempo – um golaço de meia bicicleta.

O jogo permaneceu empatado até o final e a vaga na decisão da competição teve que ser definida nos pênaltis Foi então que surgiu o gigante Tobias no gol alvinegro. O arqueiro corinthiano defendeu as cobranças de Rodrigues Neto e Carlos Alberto Torres, capitão da Seleção Brasileira na conquista do tricampeonato mundial, em 1970, no México.
As defesas de Tobias somadas às cobranças convertidas de Neca, Ruço, Moisés e Zé Maria deram ao time do Parque São Jorge a classificação para a final, que seria disputada contra o Internacional de Porte Alegre.
A partida final não teria a mesma glória do jogo contra o Fluminense. O Inter acabou derrotando o Timão por 2 a 0, no Beira-Rio e se sagrou Campeão Brasileiro daquela temporada, prolongando o jejum alvinegro por mais alguns meses. Mesmo sem o título, o saldo do campeonato foi positivo para o Corinthians. O time mostrou que era uma grande potência do futebol nacional e deu sinais de que o jejum não duraria muito. De fato, no ano seguinte o Coringão seria o Campeão Paulista e retomaria a rotina de títulos.
Fluminense 1 x 1 Corinthians
Campeonato Brasileiro de 1976
Data: 05/12/1976
Estádio: Maracanã
Público: 146.043
Renda: Cr$4.027.250,00
Corinthians: Tobias, Zé Maria, Moisés, Zé Eduardo e Wladimir; Givanildo (Basílio), Ruço e Neca; Vaguinho, Geraldão (Lance) e Romeu.
Técnico: Duque
Fluminense: Renato, Rubens Galaxe, Carlos Alberto Torres, Edinho e Rodrigues Neto, Cléber (Erivélto) e Rivellino; Gil, Doval e Dirceu.
Técnico: Mário Travaglini
Gols: Carlos Alberto Pintinho 18min e Ruço 29min 1º tempo
Pênaltis: Neca, Ruço, Moisés e Zé Maria para o Corinthians; Doval para o Fluminense
![invasao_2[1] invasao_2[1]](http://nacaotimao.files.wordpress.com/2009/06/invasao_21.jpg?w=420&h=279)
E aqui segue um texto de Nélson Rodrigues, sobre a Invasão Corinthiana no Maracanã em 1976.
“Uma coisa é certa: não se improvisa uma vitória. Vocês entendem? Umavitória tem que ser o lento trabalho das gerações. Até que, lá um dia,acontece a grande vitória. Ainda digo mais: já estava escrito há seismil anos, que em um certo domingo, de 1976, teríamos um empate. Sim,quarenta dias antes do Paraíso estava decidida a batalha entre oFluminense e o Corinthians.
Ninguém sabia, ninguém desconfiava. O jogo começou na véspera, quandoa Fiel explodiu na cidade. Durante toda a madrugada, os fanáticos dotimão faziam uma festa no Leme, em Copacabana, Leblon, Ipanema. E asbandeiras do Corinthians ventavam em procela. Ali, chegavam oscorintianos, aos borbotões. Ônibus, aviação, carros particulares,táxis, a pé, a bicicleta.
A coisa era terrível. Nunca uma torcida invadiu outro estado, comtamanha euforia. Um turista que, por aqui passasse, havia de anotar noseu caderninho: “O Rio é uma cidade ocupada”. Os corintianos passavama toda hora e em toda parte.
Dizem os idiotas da objetividade que torcida não ganha jogo. Poisganha. Na véspera da partida, a Fiel estava fazendo força em favor doseu time. Durmo tarde e tive ocasião de testemunhar a vigília da Fiel.Um amigo me perguntou: “E se o Corinthians perder?” O Fluminense eramais time. Portanto, estavam certos, e maravilhosamente certos oscorintianos, quando faziam um prévio carnaval. Esse carnaval nãoparou. De manhã, acordei num clima paulista. Nas ruas, as pessoas nãoentendiam e até se assustavam. Expliquei tudo a uma senhora, gorda epatusca. Expliquei-lhe que o Tricolor era no final do Brasileiro, oúnico carioca.
Não cabe aqui falar em técnico. O que influi e decidiu o jogo foi atorcida. A torcida empurrou o time para o empate. A torcida não parou de incitar. Vocês percebem? Houve um momento emque me senti estrangeiro na doce terra carioca.”
Abaixo alguns registros desse bando de loucos invadindo o Rio de Janeiro
Filed under: Combates Históricos
Corinthians 4×3 porcada. Virada espetacular do Corinthians pelo Campeonato Paulista de 1971 no Morumbi para um público de 60.445. Narração original de Luiz Noriega (TV Cultura)
Nesse jogo mais uma revelação do Terrão: Adãozinho.
Depois de ver César Maluco marcar duas vezes, os Corintianos foram para o vestiário perdendo de 2 a 0. Voltou para o segundo tempo com a fiel torcida empurrando o time e fazendo a arquibancada tremer naquele dia chuvoso e aos 24 minutos tudo estava empatado. Mas Leivinha, um minuto depois, coloca a porcada novamente à frente. Aos 27, para matar qualquer um do coração, Tião empatou. Tudo parecia encaminhar para o empate, mas Mirandinha não quis assim. Aos 43 minutos, ele marcou o gol da vitória daquela que seria a virada mais inesquecível da história do clássico.
Escalação do Corinthians:
Ado, Zé Maria, Luis Carlos, Sadi e Pedrinho, Tião e Rivelino, Lindoia (Natal), Mirandinha, Samarone (Adãozinho) e Peri.
Escalação da porcada:
Leão, Eurico, Baldocchi, Luiz Pereira e Dé, Dudu e Ademir da Guia, Fedato, Hector Silva (Leivinha) César Lemos e Pio
Gols de: Mirandinha (2), Adãozinho e Tião para o Corinthians e Cesar Lemos (2) e Leivinha pela porcada.
Chupa porcada!
Filed under: Crias do Terrão

Promovido ao time principal pelo técnico Vanderlei Luxemburgo, em 1999, depois de conquistar a Taça São Paulo de Juniores e ser considerado a principal revelação do torneio, Ewerthon fez parte do grupo bicampeão brasileiro (98/99) e aprendeu muito com estrelas como Rincón, Marcelinho, Ricardinho, Edilson e Luizão.
Em 2000, o atacante foi emprestado para o Rio Branco de Americana para ganhar experiência e disputou o Campeonato Paulista pelo time do interior. Teve boas atuações e fez dois gols na competição. No mesmo ano, retornou ao Parque São Jorge.
Ewerthon teve destaque no profissional do Corinthians desde o início e rapidamente chegou à Seleção Brasileira sub-20. Foi um dos artilheiros da Seleção na conquista do título Sul-americano Sub-20, no Equador, com seis gols, ao lado do flamenguista Adriano. Deixou boa impressão principalmente na última partida do torneio, quando marcou dois dos três gols da vitória sobre os donos da casa.
No primeiro semestre de 2001, Ewerthon viveu seu melhor momento no Corinthians. Novamente sob o comando de Vanderlei Luxemburgo, fez dupla com seu ex-companheiro das categorias de base, Gil, e conquistou o campeonato paulista de forma memorável, eliminando o Santos, nas semifinais, com um gol aos 48 minutos do segundo tempo. Ewerthon anotou 9 gols no Paulistão. No mesmo ano, o Corinthians ainda sagrou-se vice-campeão da Copa do Brasil e Ewerthon foi um dos principais artilheiros da competição com 7 gols.
No segundo semestre de 2001, Ewerthon foi vendido ao Borussia Dortmund da Alemanha. Em quatro temporadas pelo Borussia, Ewerthon fez 119 jogos e marcou 47 gols e foi campeão da Bundesliga em 2002. Em julho de 2005, Ewerthon foi comprado pelo Zaragoza da Espanha e realizou o sonho de transferir-se para o futebol espanhol.
Logo na primeira temporada no Zaragoza, Ewerthon mostrou todo o seu potencial. Anotou 12 gols na Liga Espanhola e foi o grande destaque da equipe na campanha do vice-campeonato da Copa do Rei, com oito gols. Nessa competição, o Zaragoza eliminou os favoritos Real Madrid e Barcelona e foi exatamente nos confrontos contra as principais equipes da Espanha que Ewerthon brilhou. Contra o Barça, nas quartas- de-final, ele marcou dois gols na vitória por 4 a 2. Nas semifinais, contra o Real, Ewerthon se destacou mais uma vez e anotou mais dois gols numa goleada histórica de 6 a 1. Ao final da temporada 2005/2006, Ewerthon foi eleito o melhor jogador sul-americano do campeonato espanhol (troféu EFE).
Hoje o atleta é um dos ídolos do atual elenco do Real Zaragoza e, com seus gols, está conduzindo o time de volta para a primeira divisão do Campeonato Espanhol.
Ficha técnica:
Nome:
Ewerthon Henrique de Souza
Data de Nascimento:
10/06/1981
Local:
São Paulo – SP
Altura:
1.75
Peso:
65kg
Posição:
Atacante
Carreira:
1998 a 2001 – Corinthians
2000 – Rio Branco (Empréstimo)
2000 a 2002 – Corinthians
2001 a 2005 – Borussia Dortmund
2007 – Stuttgart (Empréstimo)
2008 – Espanyol (Empéstimo)
2009 – Real Zaragoza
Títulos:
Taça São Paulo de Juniores 1999(Corinthians)
Campeonato Brasileiro 1998 e 1999 (Corinthians)
Campeonato Paulista 1999 e 2001 (Corinthians)
Mundial de Clubes FIFA 2000 (Corinthians)
Campeonato Sul Americano (Sub-20) 2001 (Seleção Brasileira)
Campeonato Alemão 2002 (Borussia Dortmund)
Fonte: Site do Ewerthon e Wikipedia
Filed under: Chute na Canela

Sou o primeiro a defender o Corinthians quando falam alguma coisa contra. Mas a verdade tem que ser dita, por mais passional que possamos ser.
O caso Corinthians x Nilmar foi a coisa mais ridícula que eu já vi acontecer no meio do futebol. A diretoria da época e sua imbecil relação com a MSI foi estúpida, ignorante, amadora, hipócrita, ladra e totalmente podre ao conduzir essa negociação. Além de pagar e não ficar com um jogador de altíssimo nível e que hoje pode ser considerado um dos melhores atletas que o Brasil tem para o ataque, ainda pedeu outra grande promessa: Willian, que foi vendido ao Shaktar Donetsk por U$ 18 milhões, cuja verba ajudou a sanar a dívida após muitos imbróglios, negociações, ameaças de rebaixamento por parte da Fifa e muito mais.
Isso foi uma mancha na nossa história, um fato onde seremos sempre lembrados como os laranjas da história. Semelhante a história do Ronaldo Fenômeno com o Flamengo: namorou com um a casou com outro.
Hoje Nilmar vai muito bem, obrigado, no Internacional e merecidamente após todas as contusões psicológicas e fisiológicas pelas quais passou. Quando ele fez aquele lance fantástico no último jogo válido pelo Brasileirão 2009 contra o Timão no Pacaembú, a única coisa que dava para se fazer naquele momento bater era palmas em pé, pois a culpa de lervarmos aquele gol era totalmente nossa mesma. Afinal de contas, se não fosse essa esdruxúla negociação, Nilmar poderia estar usando o manto sagrado até hoje, não teríamos sido rebaixados em 2007 e quem sabe, nossa ataque oudesso contar com o trio Dentinho, Nilmar e Ronaldo.
Filed under: Salve São Jorge | Tags: 1995, 2002, 2009, 7, Copa do Brasil, Marcelinho Carioca
Com gol antológico de Marcelinho Carioca, o Corinthians venceu o Grêmio por 1 x 0 e levou a Copa do Brasil de 1995 em pleno estádio Olímpico. A primeira partida foi no Pacaembú e o Timão levou a melhor vencendo por 2 x 1 com gols de Viola e Marcelinho Carioca.
É aí que entra a mística do número 7. Presente na história do Corinthians como, por exemplo, no endereço ( R. São Jorge, 777), no ano do fim da fila, 77, na camisa do eterno pequeno-grande craque, Marcelinho, o maior vencedor com a camisa do Timão, o número figura também nas datas das conquistas mais recentes do Corinthians neste torneio. O Timão ganhou sua primeira Copa do Brasil em 1995, há exatos 14 anos atrás (2 x 7). A última Copa do Brasil foi conquistada em 2002, há exatos 7 anos atrás. Até nos vice-campenatos a mística se repete. Perdemos a final de 2001 para o Grêmio, 7 anos depois, em 2008 para o Sport. E agora em 2009, a esperança recai sobre Elias, atual camisa 7 do Timão que vive grande fase. Se Deus e São Jorge quiserem, o número 7 vai fazer sua parte e estará a nosso favor neste ano.
Filed under: Voz das Arquibancadas | Tags: Copa do Brasil 2009, Corinthians, interncaional, rivalidade

Pelo seundo ano consecutivo, o Timão chega à final da Copa do Brasil. E mais uma vez estaremos lá na arquibancada, torcendo e empurrando a equipe para cima dos gaúchos. A rivalidade entre o Corinthians e o Internacional foi acirrada ainda mais depois do Campeonato Brasileiro de 2005. Será que isso terá alguma influência na arbitragem, principalmente no jogo em Porto Alegre?